Escrevo as peças que embalde eu sonhei...
No texto da vida, porém, as cenas que imaginei... A verdade atrás colou o meu presente!
Minha alma e prenche de ilusão perolidas, o meu corpo verga ante lagrimas sentidas...
Eu quis te Amar somente!
Sei que meus versos são povoados de tristes rimarem no sofrerem vincados...
São amarguras de uma dor infinitas!
Minha vida é uma negra sinfonia sem paz, sem felicidade e sem alegria...
Mesmo assim, eu quis te Amar, ainda!
Nesta noite solitária, o vento frio gemendo, eu clamo a falta do teu corpo, de teu calor me aquecendo, de teu! Alma a minha alma desejando!
Hoje eu queria te esquecer, deixar de pensar...
Mas, embalde, continuo a te buscar!
Sei que vou morrer te amando!
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